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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

TRUFA DE BRIGADEIRO E MORANGO



INGREDIENTES

  • 2 latas de leite condensado
  • 1 colher de sopa de manteiga
  • 250g de chocolate ao leite picado
  • Granulado
  • 200g de morango

MODO DE FAZER:

  1. Em uma panela, dispor o leite condensado e a manteiga.
  2. Mexer em fogo baixo e quando a manteiga derreter, juntar o chocolate picado.
  3. Mexer até começar a desgrudar do fundo da panela. Reservar para esfriar.
  4. Pegar uma porção de brigadeiro frio e rechear com morango.
  5. Passar no confeito de chocolate.




domingo, 29 de outubro de 2017

O Tempo Não Apaga



Olhando o céu
lembrei que tudo que vivemos
não passou
e pra dizer mais
pensei que temos outra chance
de fazer nosso sol brilhar em mim
em você

o tempo não apaga não desfaz 
o beijo que eu desejo sempre mais
não posso esquecer o seu olhar no meu
eu sei que nosso amor ainda não morreu

olhando o céu
lembrei que tudo que vivemos
não passou
e pra dizer mais
pensei que temos outra chance
de fazer nosso sol brilhar em mim
em você

o tempo não apaga não desfaz 
o beijo que eu desejo sempre mais
não posso esquecer o seu olhar no meu
eu sei que o nosso amor ainda não morreu


fonte:Vagalume


sábado, 28 de outubro de 2017

Nossa vida juntos



"A cada dia que passa eu gosto muito mais de você.

Estar ao seu lado é maravilhoso, estamos construindo nossa história e o nosso relacionamento tem me dado muita alegria.

Você é uma pessoa que demonstra seu sentimento de uma maneira pura, e isso realmente me encanta e muito.

Cada sorriso, cada beijo, cada toque seu me faz a cada dia mais envolvido no seu universo.

Gostaria de te dizer mais e mais o quanto estou feliz por ter você, lhe dizer de tudo que está guardado e tem acontecido dentro de mim.

Mas nessa hora demonstrar com atitude é muito melhor.

Essa conquista diária é o que me fascina o tempo todo.

Espero que passemos muito mais tempo juntos e que o nosso futuro seja tão belo quanto o nosso presente."



O QUE É O AMOR?




Em uma sala de aula, haviam várias crianças; quando uma delas perguntou a professora:
– Professora, o que é o AMOR?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta a altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor. As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
– Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
– Eu trouxe esta FLOR, não é linda?
A segunda criança falou:
– Eu trouxe esta BORBOLETA – veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.
A terceira criança completou:
– Eu trouxe este FILHOTE DE PASSARINHO – ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido.
A professora se dirigiu a ela e perguntou:
– Meu bem, por que você nada trouxe?
E a criança timidamente respondeu:
– Desculpe, professora. Vi a FLOR, e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu PERFUME exalasse por mais tempo. Vi também a BORBOLETA, leve, colorida… Ela parecia tão feliz, que não tive coragem de aprisioná-la.
Vi também o PASSARINHO, caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe, e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo: o perfume da flor; a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera, que só podemos trazer o AMOR em nosso coração.
                                                                Eliane de Araujoh


BRIGADEIRO




INGREDIENTES

1 caixa de leite condensado
1 colher (sopa) de margarina sem sal
7 colheres (sopa) de achocolatado ou 4 colheres (sopa) de chocolate em pó
chocolate granulado
                                          MODO DE PREPARO
      Em uma panela funda, acrescente o leite condensado, a margarina e o chocolate em pó
        Cozinhe em fogo médio e mexa até que o brigadeiro comece a desgrudar da panela
          Deixe esfriar e faça pequenas bolas com a mão passando a massa no chocolate granulado





          sexta-feira, 27 de outubro de 2017

          Pouco Amor não é Amor




          Nem Balbino, nem Arlete confessariam o seguinte: — o amor de ambos nascera no cemitério.
          A menina acompanhava o enterro da avó. E o rapaz, que não conhecia a morta, nem a neta, estaria interessado em outro defunto. Parou um momento para espiar a sepultura aberta e o caixão que chegava. E viu Arlete, à beira do túmulo, assoando-se no lencinho amarrotado. Ela adorava a avó e estava fora de si. Fazia um sol brutal — a luz era uma agressão. Balbino postou-se logo atrás da pequena e, sem querer, adotou uma tristeza de falso parente, de falso conhecido. Pouco depois, estava ao lado da moça. Tudo o interessou em Arlete, inclusive a coriza. E foi aí que começou o flerte.
          Na saída do cemitério, Balbino juntou-se ao grupo de fami­liares, de amigos. Pararam todos, na porta, para as despedidas. Ninguém ali conhecia aquele rapaz fino, educado, que cumpri­mentava os presentes, um por um. Esquecia-me de dizer que o rapaz estava de luto, não sei por quem.
          Ao apertar a mão da menina, deixou-lhe um papelzinho. Ela, ainda chorosa, teve um movimento de espanto, quase de susto.
          Ele diz entredentes:
          — Meu telefone.
          Arlete, meio desconcertada, ia dizer qualquer coisa. Mas já o rapaz se afastava, em passadas largas, como se fugisse. Pois bem: — a pequena (jeitosa de corpo e de rosto) tomou um táxi, com o pai, a mãe e o tio. Fez a viagem para casa com aquilo na cabeça. Chega, diz que vai ao banheiro, e lá, com um senti­mento de culpa, olha o número: — prefixo 29.
          Parecia-lhe uma falta de respeito a atitude de Balbino. Pen­sava: — “Num enterro, ora veja!”. Podia ter jogado fora ou ras­gado o papelzinho. Mas guardou, sei lá por quê. Decidiu, po­rém: — Não telefono.
          Até o fim do dia, ora chorava pela avó, ora pensava em Bal­bino. Deitou-se cedo, mas só conseguiu pegar no sono alta ma­drugada. De manhã, bem cedinho, estava de pé. Escovou os den­tes, lavou o rosto, imaginando: — “O telefone não deve ser do trabalho, deve ser de casa”. Durante uns dez minutos ficou ma­tutando. Valeria a pena ou não?
          Finalmente, com o coração batendo mais forte, discou. Atende uma voz de homem. Começa:
          — Foi o senhor que.
          Não teve nem tempo de completar. Ele se antecipou, ra­diante:
          — Já sei, já sei! É aquela senhorinha de ontem. Muito prazer.
          Nervosa, atalha:
          — O senhor fez aquilo. Um momento. Fez aquilo em hora e local impróprios. Afinal, o senhor não tinha o direito!
          Estava ofegante, quase chorando. Do outro lado da linha, ele se desmanchava:
          — Tem toda a razão. Está ouvindo? Toda a razão. Mas não me interprete mal. Com licença. Um minutinho só. Eu seria in­capaz de, entende? O que senti por si foi uma forte simpatia. Pelo amor de Deus, não pense que…
          Parou. Ela não sabia o que dizer, o que pensar. E o rapaz, mais seguro, continuou:
          — Viu como foi bom eu ter lhe dado o meu telefone? A senhorinha…
          Preferia “senhorinha” a “senhorita”. Podia chamá-la de vo­cê, mas uma certa cerimônia, no começo, ajuda. Continuou, com a boca no fone, sentindo que o romance estava nascendo:
          — Lhe dei o meu telefone e vou ter a satisfação de saber o seu nome. O meu é Balbino. — E disse, por extenso: — José Marcondes Balbino. Por obséquio, sua graça?
          Arlete vacilou. Teve medo de confiar a sua identidade a um desconhecido. Mas refletiu que um nome é pouco, quase nada e que há muitas Arletes por aí. Disse, não sei por quê, comovida:
          — Arlete.
          O outro repetiu:
          — Arlete.
          E ela:
          — Desiludido?
          Exagerou:
          — Lindo, lindo. — E insistia: — Bonito nome! Dou-lhe a minha palavra!
          Ele não parou mais. Ora a chamava de senhorinha, ora de você ou, ainda, de meu anjo. Contou que era baiano e acres­centou, feliz:
          — Por isso é que falo muito.
          Como a menina insistisse em tratá-lo por senhor, Balbino arrisca:
          — Seria muito sacrifício para você me chamar de você?
          Arlete concordou. Era muito meiga e tinha uma facilidade espantosa para se afeiçoar por gente, bichos, móveis. Conver­saram cerca de uma hora. Quando saiu do telefone, a mãe pas­sou-lhe um pito:
          — Tua avó foi enterrada ontem e você já está namorando?
          Começou a chorar:
          — A senhora faz essa idéia de mim? Oh, mamãe? Nunca pensei.
          Explicou que era um rapaz que acabava de conhecer. Di­zia que:
          — Não há nada, mamãe. Quer que eu jure?
          Mas já conhecia toda a vida de Balbino. Tinha vinte e oito anos, era advogado (embora não exercesse a profissão) e vinha tentar a vida no Rio. No dia seguinte, foi ele que ligou. No fim de dez minutos de conversa, a menina não se conteve:
          — Você que fala tão bem… Sabe que você fala bem pra chu­chu? Por que você não segue carreira?
          Tentou explicar:
          — Minha filha, o negócio não é assim, não. O advogado não tem outra saída. Ou é um Clóvis Beviláqua, ou uma besta. Já que não sou um Clóvis Beviláqua, também não quero ser uma besta.
          Ela ainda suspirou:
          — Uma carreira tão bonita!
          Balbino vacila e acaba dizendo:
          — Olha. Há outro motivo, compreendeu? O seguinte: — minha vocação é outra.
          — Qual?
          Fez um mistério:
          — Você saberá um dia. Não se incomode.
          Os telefonemas diários continuaram. Na missa do sétimo dia, lá compareceu o Balbino. Não sendo parente, não sendo nada, era o mais grave talvez e, ainda por cima, num luto total. Terminada a missa, Arlete fez a apresentação:
          — Papai, aquele rapaz que lhe falei.
          O velho teve a exclamação:
          — Ah, o advogado?
          Passou. Dois dias depois, Arlete falava no telefone. E, súbi­to, o pai arranca o aparelho das mãos da pequena: — “Deixa que eu falo”. Disse tudo:
          — Ó rapaz! Escuta. Eu sou contra namoro de esquina, de portão. Namoro é dentro de casa. Você não tem boas intenções? O quê? Suas intenções não são boas?
          — Claro, claro!
          — Então vem pra cá, rapaz! Eu te espero pra tomar um ca­fé contigo.
          O velho quando gostava de uma pessoa era de uma efusão brutal. Mais tarde, aparece Balbino, ressabiado. A cordialidade feroz do velho o assustava. Mas o dono da casa o recebeu de braços abertos. O convívio com as Novas Gerações o rejuve­nescia. Fez perguntas:
          — O amigo exerce a profissão?
          Meio sem jeito, explicou:
          — É o seguinte: — estou desiludido com os colegas. Por exemplo: — na Procuradoria do Estado conheço vários que nem sabem o que é vara. Parece piada, mas juro e posso até citar no­mes. Um procurador que não sabe o que é vara!
          O velho achou graça:
          — Vejo que o amigo gosta de paradoxo. Mas há talento. Você se esquece do Otto Lara Resende? É uma mentalidade! E brilhante!
          Balbino, grave, admitiu uma exceção para o Otto, que, se­gundo concordou, falava bem “pra burro”. A conversa durou até alta madrugada. Na saída, o futuro sogro bateu-lhe nas costas:
          — Venha sempre, rapaz!
          A partir de então, todos os dias, Balbino ia para a casa da namorada. Começou a ser apresentado como “meu noivo”. E toda a rua sabia que Arlete estava de amores com um advogado.
          Uma noite, a sogra vira-se para Balbino:
          — Está de luto por quem?
          O rapaz tomou um susto. Ele próprio não sabia. Estava de luto, eis tudo. E teve de confessar, vermelho, confuso:
          — Por ninguém. Eu sou assim mesmo.
          Foi bastante honesto com a família. Disse que se casaria quando melhorasse de situação. Fez mistério:
          — Estou esperando por uma vaga. — E repetiu, baixando a vista: — Uma vaga.
          Não se sabia, nem ele disse, que vaga seria essa. Mas os vi­zinhos, os parentes passaram a falar da “vaga” como de alguém, de uma pessoa. O tempo foi passando. Cinco, seis meses, oito e nada ainda. Já o interpelavam na calçada:
          — Mas sai ou não sai essa vaga?
          — Estou caprichando.
          Até que o pai de Arlete avisou, piscando o olho:
          — Estou mexendo também os meus pauzinhos. Tenho re­lações, amizades. — E baixava a voz: — Vem por aí uma bomba.
          Uma tarde, Balbino entra e é abraçado, beijado, apalpado por todo mundo. Olha em torno: — “Mas o que é que há?” O sogro adiantou-se, de olho rútilo:
          — Rapaz! Arranjei o teu emprego. E sabe onde? Na Procu­radoria! Tu vais ser companheiro do Otto, do Laet, do Genolino. E olha: são Oitocentos pacotes!
          Atônito, Balbino olha as caras que o cercavam. Alguém o puxa pelo braço. Desprende-se, num repelão:
          — Com licença. Um momento. Meu sogro, há um equívo­co. Eu não pedi nada. Eu estava esperando uma vaga e final­mente.
          No seu assombro, o velho balbucia:
          — Você recusa?
          Explicou:
          — Um momento. É que a tal vaga saiu, finalmente. Saiu ho­je. Recebi esta tarde a comunicação.
          O sogro aperta a cabeça entre as mãos:
          — Quer dizer que… Então eu banquei o palhaço?
          O outro perdeu a paciência:
          — Escuta, escuta! Direito não é minha vocação. Entende? Não é minha vocação. Não dou para esse troço, juro. E tenho a minha vocação. Ouviu? Ponho a minha vocação acima de tu­do! De tudo!
          Esganiçou-se tanto que, afinal, conseguiu intimidar a famí­lia. Pausa. Ele arqueja. Um dos presentes pensa: — “Será que ele é epilético?”. O sogro o olhava, amargurado e mudo. Final­mente, o velho quer saber:
          — Que vocação é essa? Pra ser melhor do que procurador do Estado, deve ser de rajá, de Rockefeller. Fala!
          O genro ergue a fronte, enche o tórax e parece desafiar o mundo:
          — Vocação de coveiro. Arranjei a vaga no São João Batis­ta. Coveiro, sim! É a minha vocação. Coveiro!
          Houve, ali, um silêncio maravilhado. Os presentes se en­treolharam. O primeiro a se recuperar foi o velho. Abotoa Balbino:
          — Isso é piada? Responde! É piada?
          Berrou também:
          — É a minha vocação! Todo mundo tem a sua. Eu também tenho a minha. Se Deus quiser, hei de enterrar muita gente boa.
          Ia contar que tivera o primeiro aviso de sua predestinação quando, aos sete anos, enterrara um cachorro atropelado. Mas não teve tempo de nada. O velho passa-lhe, por baixo, um rapa tremendo. Caiu para se levantar e cair novamente. Saiu, de lá, a tapas, a pescoções. A sogra berrava da porta:
          — Urubu! Urubu!


                                                                                              CRÔNICA DE NELSON RODRIGUES









          Dois Corações E Uma História




          No meio da conversa, de um caso terminando,
          um fala e o outro escuta e os olhos vão chorando,
          a lógica de tudo é o desamor que chega
          depois que um descobre que o outro não se entrega...
          Quem vai sair arruma as coisas põe na mala,
          enquanto o outro fuma um cigarro na sala,
          e o coração palhaço, começa a bater forte,
          quem fica não deseja que o outro tenha sorte...

          E longe um do outro, a vida é toda errada,
          o homem não se importa com a roupa amarrotada,
          e a mulher em crise, quantas vezes chora 
          a dor de ter perdido um grande amor que foi embora...

          Mas quando vem a volta, o homem se arruma,
          faz barba, lava o carro, se banha se perfuma,
          e liga pro amigo que tanto lhe deu força,
          e jura nunca mais vai perder essa moça,
          e a mulher se abraca à mãe diz obrigado
          e põe aquela roupa que agrada o seu amado, 
          e passa a tarde toda cuidando da beleza,
          jantar à luz de velas e amor de sobremesa...

          E perto um do outro, a vida é diferente
          a solidão dá espaço ao amor que estava ausente,
          quem olha não tem jeito de duvidar agora 
          da força da paixão que tem
          Dois corações e uma história...

          fonte:Vagalume

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